A semana do futebol sul-mato-grossense mais uma vez foi agitada e cheia de polêmica dentro e fora de campo. Vamos aos temas.
Vale lembrar que se Nelson renunciar e Duarte assumir, o Operário não ficará mais no Ypê. A relação entre Duarte e Petrallas, responsável pelo Ypê, não existe.
Morenão
Desde 05 de dezembro de 2024, a UFMS autorizou a cedência do estádio Morenão por 35 anos ao Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.
De acordo com documento que recebemos, o período é válido a partir da assinatura do convênio entre as partes. Resta saber qual o motivo do convênio não ter sido assinado até o momento.
Com o estádio aberto, caso algum time do estado avance a fases agudas das competições nacionais, não há necessidade de sair do estado.
Com o estádio na mão do Governo, a responsabilidade de toda a adequação é do Estado. Como ele usará para o futebol e a metodologia, só Marcelo Ferreira Miranda para responder e quais razões de até o momento não ter assinado.
SAF na dupla Comerário
Matéria do portal Campo Grande News, informa que Eduardo Maluf, empresário do ramo musical e de alguns jogadores, tem interesse em assumir o Operário.
No rival, o desespero da direção comercialina para que o Grupo Zahran assuma o Comercial.
Ambos já trabalharam em clubes da capital e foram verdadeiros fiascos.
Eduardo Maluf deixou o Novoperário endividado, não pagou aluguel do Morenão, não cumpriu Lei da Meia Entrada e o Novoperário só não foi rebaixado pela omissão do TJD-MS.
Em 2014, o clube usou no seu uniforme de jogo, a marca da Rádio Capital FM, A Lei Pelé proíbe uso de qualquer marca de TV, Rádio ou Site, no uniforme do jogo prevendo exclusão.
Em campo, tirou a comissão técnica que já tinha sido anunciada e colocou seus amigos Rudney Lucas, Muller entre outros.
Já o Grupo Zahran no Comercial, montou times que brigou para não cair entre 2012 e 2014. Pedro Turqueto trouxe os piores jogadores que já atuaram com a camisa vermelha em quase 100 anos de Comercial.
Nomes como Casão e Dadalto, protagonizaram cenas de horror. Tivemos ainda o episódio de "Andrinho como lateral esquerdo" no confronto direto com o Novoperário.
A invenção de Fábio Giuntini em duelo que valia a classificação, foi externada como "loucura" decidida no vestiário antes do jogo iniciar.
O Operário está nas mãos de Nelson Antonio. Segundo apurado, o perfil centralizador, impede que os outros dirigentes o auxiliem.
O vice-presidente Ozney Duarte não passa nem perto do Jacques da Luz nos jogos. Até supermercado quem faz é o Presidente que vive mais dentro da FFMS do que no Ypê.
O desgaste no cargo pode acelerar o processo para passar o clube para um investidor. Sem certidões por culpa do Presidente, o Operário deixou de receber 2,3 milhões de reais de verba pública.
Vale lembrar que se Nelson renunciar e Duarte assumir, o Operário não ficará mais no Ypê. A relação entre Duarte e Petrallas, responsável pelo Ypê, não existe.
Após rebaixamento do Aquidauanense e escolha política em André Baird, o azulão da princesa perdeu força política dentro da FFMS.
Segundo apurado, a ótima relação entre o ex-Presidente João Garcia e o ex-Presidente da FFMS Francisco Cezário de Oliveira, impediu em anos anteriores, a volta do Botafogo.
No ano que o alvinegro retornaria, a FFMS cobrou um valor exorbitante que impediu o retorno do clube ao futebol profissional.
Mas a escolha do atual presidente Xandico em Baird, fez ele perder apoio na entidade. Após a queda, já havia uma movimentação na Princesa do Sul e a qualquer momento a CBF irá registrar o Clube de Regatas Aquidauana que irá disputar o Sub-11, Sub-17 Feminino e Série B do Estadual.
Diferentemente dos clubes que estavam inativos e tem que cumprir o Estatuto da FFMS antes das competições profissionais, um novo clube só pode cumprir o Estatuto após sua profissionalização.
Por este motivo o novo clube pode pagar a competição amadora depois do início da Série B. O clube será dirigido por pessoas que tomam conta da canoagem.
A denúncia de Giovani Jolando, Presidente do Operário Itinerante contra Estevão Petrallas, teve resposta do Ministério Público Estadual.
Segundo o site Esporte MS, O promotor de Justiça de Mato Grosso do Sul, Gevair Ferreira Lima, da 49ª Promotoria, determinou que os principais órgãos públicos não efetuem qualquer repasse financeiro para à Federação de Futebol, até que o presidente Estevão Petrallas, faça o ressarcimento do dano ao erário, hoje no valor de quase R$ 120 mil, em virtude das investigações feitas na prestação de contas relativas ao Convênio nº 25.536/2016.
O caso vinha se arrastando e agora chega no verdito. Prefeitura, Câmara, Governo do Estado e até Assembleia Legislativa tem 10 dias para responder ofício informando se há ou não algum convênio em andamento com a entidade máxima do futebol. A Federação também foi notificada.
Falei com o Presidente da FFMS Estevão Petrallas ontem a noite. Segundo ele, a FFMS não tem no momento convênio algum com o Governo do Estado, então, a notificação não causará danos às competições.
Petrallas afirmou que irá tomar ciência da situação hoje e terá que pagar esse valor. Petrallas ainda disse que Jolando afirmou a ele não ter interesse algum na denúncia que fez.







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