Carta aberta sobre o processo eleitoral do Esporte Comercial-MS, time do meu coração
Gostaria de falar um pouco sobre o processo eleitoral do grandioso Esporte Clube Comercial-MS, cujo fui presidente e dediquei minha vida recente nos últimos anos, sendo presidente (2015/2016) e hoje presidente do Conselho Fiscal do Esporte Clube Comercial-MS.
Acho a eleição precipitada, convocada as pressas após a morte do presidente, sem nenhuma a assembleia geral com todos os sócios patrimoniais para decidirem os rumos serem tomados, assembleia gerais que não ocorrem desde novembro de 2016.
As decisões não podem ser tomadas por um determinado grupo as escondidas, é baixo perto da história democrática do Esporte Clube Comercial, de democratas como Nelson Trad e Wilson Barbosa Martins entre outros defensores da democracia colorada.
Há problemas maiores a serem resolvidos, como a prestação de contas do Comercial-MS, que há quase 4 anos não são realizadas. Isso por sí só,
macula a lisura da lista de sócios patronais aptos a votarem e serem votados neste processo eleitoral apresentados apenas a dois dias da eleição, contrariando o Estatuto que prevê a lista 15 dias antes para que todos possam participar desse processo de assembleia com inscrição dez dias antes do eleição.
Quem pagou as mensalidades como sócio patrimonial se nos últimos 4 anos se a cobrança foi suspensa. Quem financiou o Esporte Clube Comercial nos últimos anos, apenas abnegados diretores? Não há transparência, após a morte do presidente pensei que isso se resolveria, pelo visto não. As coisas continuam sendo as escondidas. A diversos vícios no processo eleitoral, como a falta de um colégio eleitoral independente e autônomo para regir o processo.
Informamos ao 4 cartório de registros de Campo Grande sobre os vícios estatutários e registramos uma notificação extra-judicial para que não ocorra a eleicão deste modo, sob pena de nulidade e judicialização. Pelo bem do Esporte Clube Comercial-MS, sem ressentimentos contra nenhum sócio patrimonial, que não gosta da minha pessoa.
Não podemos mudar de diretoria sem a prestação de contas desses últimos quatro anos. Não sabemos o que ocorreu nas finanças do comercial nos últimos quatro anos. Por que não prestar contas, como presidente do Conselho Fiscal do Esporte Clube Comercial prezarei para transparência até o último minuto, para não ser cúmplice ou omisso em meu dever.
É isso que eu penso.
Ítalo Milhomem
Presidente do Conselho Fiscal do ECC

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