Dezenas de milhares morreram no Brasil e no Mundo mas para alguns, o futebol é importante. Quando dirigentes se reuniram lá atrás e forçaram a volta do futebol, não pensaram na saúde de ninguém, apenas nos cofres dos clubes.
Se o torcedor, consumidor e razão do trabalho de todos no futebol, não pode estar no estádio empurrando seu clube, não pode ter futebol.
Se apenas um, um único atleta ou membro da comissão técnica, estiver infectado, não pode ter jogo.
Mas a volta do futebol Europeu, fez que os gênios sul-americanos, entrassem em desespero para voltar desconsiderando estação do ano, estrutura do país e plano de combate a doença.
Várias ligas voltaram sem público e portanto, não deveria ter voltado como Alemanha, Inglaterra, Itália, Portugal, Espanha, Escócia e outros.
Outras voltaram com público como França, Hungria, Holanda, Rússia, Sérvia, Montenegro, Polônia e ainda teve o caso da Bielorrússia que sequer parou o futebol.
Os que voltaram, liberaram parte do estádio para que o torcedor estivesse presente. A temporada alemã que começou semana retrasada, voltou com público parcial.
E depois de tantos erros, quem tanto quis que o futebol voltasse, agora quer o adiamento pois está com boa parte do seu elenco, incluindo o treinador e o presidente, infectado.
Será que quando foram obter apoio do irresponsável Presidente da República e do Prefeito do Rio de Janeiro, ninguém pensou que isso poderia ocorrer?
Odair Helmman não pode ficar no banco do Fluminense, Ramon Menezes não estava na eliminação do Vasco para o Botafogo nesta quarta e vários jogadores não puderam atuar não por conta de uma lesão ou suspensão. É por conta de uma PANDEMIA.
Aliás, o Vasco não vence desde que seu treinador Ramon Menezes, está afastado por conta do Covid.
Se a saúde é tão importante para a diretoria do Flamengo como agora apregoam, porque colocaram o time em campo diante do Barcelona nesta terça-feira?
Saúde nunca foi importante para o Flamengo e nem para ninguém que defendeu essa boçalidade de ter futebol em meio a pessoas morrendo.
E o protocolo da CBF que dá negativo, positivo e depois negativo e depois positivo, pode ser levado a sério?
O que será preciso para parar com tudo? É preciso algum jogador, treinador ou dirigente de time da Série A morrer para ninguém pensar em dinheiro e pensar na saúde?
As pessoas não entenderam que esta enfermidade é desconhecida e a cada dia temos muitas interrogações e poucas respostas definitivas para que tudo volte a normalidade.
Mas se os caras querem continuar pensando apenas na parte financeira e não nas vidas, o Flamengo que se vire para enfrentar o Palmeiras, afinal de contas, saúde não é prioridade para esses caras.

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