Sub-15
A rodada definiu os dois classificados do grupo B. Pontaporanense
e Águia Negra garantiram a classificação sem precisar contar com o julgamento
do caso Naviraí.
O rubro-negro fez 2 a 1 no Urso em Mundo Novo e a
Pontaporanense 2 a 0 no Naviraí em casa. O Naviraí que tinha chances
matemáticas de classificação em campo, foi denunciado por relacionar o atleta
Cauê que não estava no BID.
Ainda sem data para julgamento, o TJD se safa pela
segunda vez no ano. Na série A deste ano, julgou o Aquidauanense já
classificado para as quartas de final no caso Alex Farias. O Tribunal não
compreende a sentido da palavra “celeridade”.
A rodada teve polêmica do uniforme da arbitragem no jogo
GSA 2x0 Aquidauanense quando o quarteto foi a campo com o uniforme da mesma cor
que do Santo Antonio. Os “homens de preto”, em 2019 são os “homens de amarelo”
Por incrível que pareça, a rodada marcou o primeiro ponto
do Maracaju desde 2016. Empate por 2 a 2 com o Operário-DD, fez o Novoperário
ser a pior equipe da competição.
Feminino
A rodada foi de evolução total do Maracaju. Além do ponto
conquistado no Sub-15, o time se despediu com sua menor derrota na competição.
6 a 0 para o Operário no Loucão.
O galo decide a liderança do grupo com o Aquidauanense.
Aliás, Comercial e Operário tem times femininos, assim como o Maracaju,
enquanto Aquidauanense e Serc terceirizam para Funlec e UCDB respectivamente, a
categoria.
Série
B
Dizem que a expectativa, é a mãe da frustração. Foi no mínimo
frustrante a estreia da Pontaporanense que com todo barulho que fez na
preparação, apenas empatou com os garotos do Cena por 1 a 1.
O Cena joga a Série B para cumprir sua obrigação e ir
para a Copa São Paulo, enquanto o verdão tem toda a pressão pelo elenco montado
e pela comissão técnica liderada por João Francisco Marçal e deveria subir
vencendo todos os jogos, tamanha a discrepância de seu elenco para os demais.
Mas logo de cara, deixou dois pontos no Andradão. O
trabalho de Baratella e do Cena é muito bom, mas a Pontaporanense deveria ter
feito mais.
O jogo entrou para a história do futebol do estado com a primeira arbitragem feminina no futebol profissional. A ex-assistente e agora árbitra Daiane Caroline Muniz, apitou a partida em Nova Andradina.
Estadual
Série A
Arbitral dia 18 de novembro deverá acabar com duas
dúvidas. Primeiro se o Sete de Setembro não participará mesmo e caso isso se
confirme, se o 3º colocado da Série B será convidado para a elite.
Tem sido comum o convite, fato ocorrido em 2011 e 2018.
Em 2011 o Costa Rica desistiu da Série A e o Operário herdou a vaga. Em 2018, o
Cena foi convidado após saída do Naviraiense mas não quis disputar.
Fora de campo, Águia Negra e Aquidauanense largaram na
frente com a manutenção dos trabalhos de Rodrigo Cascca e Mauro Marino
respectivamente.
Outro clube que começou a se mexer, foi o Costa Rica que
confirmou alguns atletas como Rodolfo, Gugu, Júlio César entre outros, que
disputaram a Copa Verde pelo clube.
Desde a ponderação sobre o que o presidente da Serc João
Félix fez na participação na Copa Verde e as críticas ao Diretor César Mignolli
pois a cobra do norte nunca havia vencido um mata-mata, há uma necessidade de “dar
satisfação” ao torcedor e a imprensa.
O problema é que o time não tem treinador e quem chegar,
poderá ter mentalidade de ideia de jogo que estes atletas não se encaixam.
Ninguém questiona a capacidade dos atletas que tem
qualidade para o nosso futebol, mas que ideia de jogo o Costa Rica quer? A
partir desta ideia, define-se um nome que junto com a diretoria monta o elenco.
Em 2012, Paulo Muller, então Gerente de Futebol do Cene,
montou o elenco para depois apresentar Velloso que durou uma rodada e pediu
demissão.
Depois, Éder Taques assumiu mas pediu demissão pois
alegou problemas de saúde com sua sogra. Muller foi interino até Walter
Ferreira chegar mas o time naquele ano não foi a lugar nenhum.
Caiu no Estadual para o Águia Negra, não passou da fase
de grupos da Série D e Walter modificou todo o elenco montado anteriormente
para em 2013, ser campeão Estadual.
Já passou da hora do Costa Rica pelo menos chegar a uma
final de Estadual pelo investimento que é feito e pela estrutura que tem.
Dia 19 de abril de 2020, dia da primeira final do Estadual 2020, é o dia que interessa ao torcedor do Costa Rica e a mim. Até lá, as glórias da cobra do norte em campo, se deve a João Félix, a Mário Tilico e aos jogadores.
Dúvida Pertinente: O que é mais fácil acontecer, o Maracaju vencer uma na base ou o Costa Rica passar em um mata-mata de Estadual?

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