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| Timão perdeu para o Dragão na Arena Foto: ESPN |
A derrota do
Corinthians para o lanterna Atlético-GO por 1 a 0 no último sábado(26) em sua
Arena, escancarou o que todo mundo sabe. O elenco corinthiano é bem aquém dos
favoritos ao título.
O certame começou
com Palmeiras, Atlético-MG e Flamengo como favoritos pelas fartas opções de
jogadores e possíveis variações de sistemas possíveis com essas opções.
Mesmo liderando a
competição e com merecimento, o time de Fábio Carille está longe, mas muito
longe de ter em seu elenco a força de tal campanha.
Sem Balbuena,
Arana, Jô, Romero e com Jadson ainda sem estar 100%, o líder sucumbiu mais uma
vez diante de um adversário menos qualificado. Moisés, Kazim e Clayson
destoaram dos titulares.
Diferentemente da
derrota para o Vitória no último dia 19, o Corinthians criou diversas
oportunidades mas pecou na finalização. Contra o leão baiano, quase não teve
chances pela excelente marcação do time de Wagner Mancini.
Fagner teve sozinho
a chance de abrir o placar na pequena área, depois mandou bola na trave. Kazim
teve três chances para marcar também assim como Claysson que não aproveitou
rebote do goleiro. Aliás, o goleiro Marcos foi o melhor em campo na Arena.
Carlinhos entrou
mas pouco fez. Com nervosismo natural pela pouca idade e buscando o mesmo
espaço na área que Kazim, não mudou em nada o panorama da partida.
Foram 53
cruzamentos no total e apenas 15 corretos. O time contra equipes mais
retrancadas, está caindo na armadilha que já obrigou seus adversários fazer em
duelos contra o timão.
É óbvio que o papel
do treinador é encontrar saídas para as adversidades, mas cruzar a bola
aleatoriamente de qualquer lugar do campo está muito, mas muito longe de ser o
ideal e isto deixa o líder um time comum.
Na próxima rodada,
o clássico com o Santos deve fazer o Corinthians voltar a sua velha
característica que é explorar os espações deixado pelo adversário.
Mas Carille precisa
achar soluções para enfrentar times mais fechados pensando na evolução do time.
É difícil falar em evolução para um time que sobrou no 1º turno, mas ela é necessária para fazer do Corinthians uma equipe com variações e não refém de uma única maneira de jogar.

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