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| Leston Júnior pediu demissão do Moto Clube - Foto: Divulgação |
Após a derrota para o Cuiabá por 1 a 0 no último
domingo(02), o técnico do Moto Clube Leston Júnior pediu demissão.
Ao longo do ano, ele foi o quarto técnico a comandar o
rubro-negro maranhense. Ruy Scarpino, Marcelo Villar e o interino Marcinho
Guerreiro, foram seus antecessores.
Com a nova troca de comando, o time maranhense se iguala
ao Náutico e ao Sete de Setembro que já tiveram cinco técnicos em 2017.
O timbu lanterna da Série B, começou a temporada com Dado
Cavalcanti e ainda teve Milton Cruz, Waldemar Lemos, além do interino Levi
Gomes e está com Beto Campos, campeão gaúcho pelo Novo Hamburgo.
O Sete de Setembro que disputou a Série D e teve a pior
campanha da história de um clube do Mato Grosso do Sul na competição teve
Emanuel Nascimento, Mauro Marino, Ney César, Bazílio Amaral e Márcio Santos em
seis meses.
Na Série A, o Vitória que está na zona de rebaixamento,
está no 4º técnico em 2017. Começou com Argel Fucks, teve o interino Wesley
Cavalho que foi campeão baiano, Petkovic e agora é comandado por Alexandre
Gallo.
Na Série B, o Goiás está no quarto técnico mas com uma
repetição. Iniciou o ano com Gilson Kleina que deixou o clube e foi para a
Ponte Preta, teve Silvio Criciúma como interino, Sérgio Soares e voltou a
efetivar Silvio Criciúma.
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| Cláudio Tencatti é o técnico há mais tempo trabalhando em um clube Foto: Divulgação |
Clubes
na contramão
Na contramão de tantas demissões, Londrina está com
Cláudio Tencatti há seis anos, Brasil de Pelotas com Rogério Zimmermann há
cinco e o São Bento com Paulo Roberto
Santos há mais de 3 anos.
Botafogo-PB, ABC, Flamengo, Salgueiro, Cruzeiro e América-MG,
mantém os trabalhos há mais de um ano.
Avaí, Grêmio e Botafogo mantém seus técnicos desde 2016. Atlético-MG,
Corinthians, Tombense, Bragantino e Confiança, não mudaram de técnico em 2017.
Em
MS nenhum trabalho com mais de um ano
Em Mato Grosso do Sul, o último trabalho duradouro foi de
Ney César que ao lado de Odirley Lage na Serc, foram os únicos remanescentes de
um Estadual para outro.
Ele comandou o Corumbaense em 2016 e 2017, mas foi
demitido ainda na 1ª fase desta temporada. Já Odirley salvou a Serc do
rebaixamento em 2016 mas não conseguiu evitar a queda em 2017.
Jandaia Caetano também esteve a frente do Urso de um ano
para o outro. Campeão da Série B em 2016, o técnico além de garantir a
permanência do time de Mundo Novo, classificou a equipe para a 2ª fase.
Anteriormente, Douglas Ricardo ficou no Ivinhema por 2 anos
entre 2015 e 2016. Conquistou o vice-campeonato de 2015.
Antes, ele já havia ficado dois anos e meio entre janeiro
de 2011 e junho de 2013 antes de ir para o Ubiratan.
Mais distante ainda, Douglas comandou o azulão do vale
entre 2007 e 2009 onde conquistou o acesso para a Série A em 2007, o título
Estadual em 2008 e o vice em 2009.
Chiquinho Lima ficou no Águia Negra entre julho de 2013 e
abril de 2015 onde comandou o time na Série D, Copa do Brasil e conquistou o
vice-campeonato de 2014.
Ele sucedeu Cláudio Roberto que ficou dois anos e meio no
clube entre janeiro de 2011 e maio de 2013. Conquistou neste período, o título
Estadual de 2012.
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| Mauro Marino ficou Sete anos e meio no Aquidauanense - Foto: Márcio Acunha |
Amarildo de Carvalho ficou no Comercial nas temporadas
2010 e 2011. Conquistou um título, ficou em 3º lugar na outra temporada além de
comandar o time na Copa do Brasil.
Mas a maior sequência dos últimos anos no estado foi de
Mauro Marino no Aquidauanense que ficou no clube de 2007 até 2014.
Conquistou acesso para a Série A, vice-campeonato de 2011
e deixou o clube após o rebaixamento em 2014. Retornou ao clube em 2015 na
série B mas sem conquistar o acesso.
Técnicos de 2017



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