terça-feira, 4 de julho de 2017

Moto Clube se iguala a Náutico e Sete Setembro-MS e terá quinto técnico em 2017

Leston Júnior pediu demissão do
Moto Clube - Foto: Divulgação
Após a derrota para o Cuiabá por 1 a 0 no último domingo(02), o técnico do Moto Clube Leston Júnior pediu demissão.

Ao longo do ano, ele foi o quarto técnico a comandar o rubro-negro maranhense. Ruy Scarpino, Marcelo Villar e o interino Marcinho Guerreiro, foram seus antecessores.

Com a nova troca de comando, o time maranhense se iguala ao Náutico e ao Sete de Setembro que já tiveram cinco técnicos em 2017.

O timbu lanterna da Série B, começou a temporada com Dado Cavalcanti e ainda teve Milton Cruz, Waldemar Lemos, além do interino Levi Gomes e está com Beto Campos, campeão gaúcho pelo Novo Hamburgo.

O Sete de Setembro que disputou a Série D e teve a pior campanha da história de um clube do Mato Grosso do Sul na competição teve Emanuel Nascimento, Mauro Marino, Ney César, Bazílio Amaral e Márcio Santos em seis meses.

Na Série A, o Vitória que está na zona de rebaixamento, está no 4º técnico em 2017. Começou com Argel Fucks, teve o interino Wesley Cavalho que foi campeão baiano, Petkovic e agora é comandado por Alexandre Gallo.

Na Série B, o Goiás está no quarto técnico mas com uma repetição. Iniciou o ano com Gilson Kleina que deixou o clube e foi para a Ponte Preta, teve Silvio Criciúma como interino, Sérgio Soares e voltou a efetivar Silvio Criciúma.

Cláudio Tencatti é o técnico há mais tempo
trabalhando em um clube
Foto: Divulgação
Clubes na contramão

Na contramão de tantas demissões, Londrina está com Cláudio Tencatti há seis anos, Brasil de Pelotas com Rogério Zimmermann há cinco  e o São Bento com Paulo Roberto Santos há mais de 3 anos.

Botafogo-PB, ABC, Flamengo, Salgueiro, Cruzeiro e América-MG, mantém os trabalhos há mais de um ano.

Avaí, Grêmio e Botafogo mantém seus técnicos desde 2016. Atlético-MG, Corinthians, Tombense, Bragantino e Confiança, não mudaram de técnico em 2017.

Em MS nenhum trabalho com mais de um ano

Em Mato Grosso do Sul, o último trabalho duradouro foi de Ney César que ao lado de Odirley Lage na Serc, foram os únicos remanescentes de um Estadual para outro.

Ele comandou o Corumbaense em 2016 e 2017, mas foi demitido ainda na 1ª fase desta temporada. Já Odirley salvou a Serc do rebaixamento em 2016 mas não conseguiu evitar a queda em 2017.

Jandaia Caetano também esteve a frente do Urso de um ano para o outro. Campeão da Série B em 2016, o técnico além de garantir a permanência do time de Mundo Novo, classificou a equipe para a 2ª fase.

Anteriormente, Douglas Ricardo ficou no Ivinhema por 2 anos entre 2015 e 2016. Conquistou o vice-campeonato de 2015.

Antes, ele já havia ficado dois anos e meio entre janeiro de 2011 e junho de 2013 antes de ir para o Ubiratan.

Mais distante ainda, Douglas comandou o azulão do vale entre 2007 e 2009 onde conquistou o acesso para a Série A em 2007, o título Estadual em 2008 e o vice em 2009.

Chiquinho Lima ficou no Águia Negra entre julho de 2013 e abril de 2015 onde comandou o time na Série D, Copa do Brasil e conquistou o vice-campeonato de 2014.

Ele sucedeu Cláudio Roberto que ficou dois anos e meio no clube entre janeiro de 2011 e maio de 2013. Conquistou neste período, o título Estadual de 2012.

Mauro Marino ficou Sete anos e meio
no Aquidauanense - Foto: Márcio Acunha
Amarildo de Carvalho ficou no Comercial nas temporadas 2010 e 2011. Conquistou um título, ficou em 3º lugar na outra temporada além de comandar o time na Copa do Brasil.

Mas a maior sequência dos últimos anos no estado foi de Mauro Marino no Aquidauanense que ficou no clube de 2007 até 2014.

Conquistou acesso para a Série A, vice-campeonato de 2011 e deixou o clube após o rebaixamento em 2014. Retornou ao clube em 2015 na série B mas sem conquistar o acesso.

Click e confira a lista de técnicos das Séries A, B e C: 

Técnicos de 2017

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