quarta-feira, 22 de abril de 2026

Com estreia no Maracanã, Flamengo encara o Vitória pela quinta fase da Copa Do Brasil

Foto: Gilvan de Souza(CRF)
Por Wesley de Souza - Rádio FNC


O Pentacampeão entrará em campo. É isso mesmo! O Flamengo estreia pela fase de número 5 da Copa Betano do Brasil em 2026, contra um outro Rubro Negro, o baiano Vitória EC.

A partida ocorrerá a partir das 21h30 desta quarta feira (22) e os cariocas buscam o sexto título da competição onde já está acostumado a ganhar, principalmente nos últimos anos.

Títulos do Flamengo na Copa Do Brasil:

  • 1990: Título invicto.
  • 2006: Final contra o Vasco.
  • 2013: Final contra o Athletico-PR.
  • 2022: Final contra o Corinthians.
  • 2024: Final contra o Atlético-MG.

Provável escalação do Flamengo: Rossi (Andrew); Royal, Danilo, Vitão e Ayrton Lucas; Evertton Araújo, Jorginho (Saúl) e De la Cruz; Luiz Araújo, Cebolinha (Wallace Yan) e Bruno Henrique.

Desfalques do Flamengo:  Carrascal Suspenso e Pulgar e Lucas Paquetá lesionados (O meia tem um tempo de recuperação de pelo menos 10 dias)

Provável escalação do Vitória: Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Caíque, Zé Vitor (Ronald ou Edenilson) e Martínez; Erick, Matheuzinho e Renê.

Desfalques do Vitória:  Claudinho, Riccieli e Pedro Henrique (em transição) e os lesionados Renato Kayzer, Gabriel Baralhas, Mateus Silva, Jamerson, Neris, Camutanga, Edu, Rúben Ismael, Dudu e Fabri .

O Flamengo irá com time misto para rodar o elenco, com destaque para Jorginho que pode voltar a está na equipe de Leonardo Jardim depois de sair do departamento médico.

Arbitragem:

  • Árbitro: Anderson Daronco
  • Assistente 1: Leila Naiara Moreira da Cruz
  • Assistente 2: Michael Stanislau
  • VAR: Thiago Duarte Peixoto
A partida de volta está marcada para 14 de maio, no Barradão em Salvador na Bahia. Em caso de empate em pontos e saldo de gols, a decisão vai para os pênaltis.

Vitória do Botafogo na Copa do Brasil mantém fase boa

Alex Telles fez o gol do jogo
Foto: Divulgação BFR

Por Mariana Fernandez - Rádio SE

A vitória do Botafogo na Copa do Brasil sobre a Chapecoense por 1 a 0, nesta terça-feira (21), no Estádio Nilton Santos, e largou na frente no confronto da Copa do Brasil. 

O time carioca pressionou desde o início e, embora tenha encontrado dificuldades, manteve o controle da partida.

Botafogo domina, mas encontra resistência

O Botafogo iniciou o jogo com intensidade e buscou o ataque a todo momento. 

Além disso, a equipe manteve maior posse de bola e criou as principais oportunidades. No entanto, a Chapecoense se fechou bem e dificultou as ações ofensivas.

Enquanto o Botafogo insistia pelas laterais, a Chapecoense apostava nos contra-ataques. Ainda assim, o time visitante não conseguiu levar perigo com frequência, pois o sistema defensivo alvinegro se manteve sólido durante toda a partida.

Gol no fim garante vantagem

O Botafogo aumentou a pressão na reta final e, por isso, encontrou o gol da vitória. Aos 45 minutos do segundo tempo, Alex Telles apareceu na área e finalizou com precisão, garantindo o triunfo alvinegro.

Com o resultado, o Botafogo joga por um empate na partida de volta. Por outro lado, a Chapecoense precisa vencer para seguir viva na competição.

Agora, o confronto segue em aberto, porém o Botafogo leva vantagem e chega mais confiante para decidir a vaga fora de casa, em Chapecó.

Primeira vitória em casa de Franclim Carvalho

Foi a primeira vitória em casa do novo técnico Franclim Carvalho, após o empate contra o Coritiba. O novo técnico soma agora 4 vitória e 2 empates, tornando sua passagem invicta, por enquanto.

O próximo desafio do glorioso é no sábado, dia 25 de Abril, ás 18:30, contra o Internacional, no estádio Nilton Santos, pelo campeonato brasileiro. 

O time de General Severiano espera manter a boa fase e se afastar cada dia mais da zona de rebaixamento. 


Dez anos após título da Premier League, Leicester cai para a Série C

Foto: Divulgação LCFC
Por Yuri Silva - Rádio SE


O Leicester foi rebaixado a Série C do Campenato Inglês dez anos após a conquista inacreditável da Premier League.

Nesta terça-feira (21), o time empatou em casa por 2 a 2 com o Hull City. Como resultado, a equipe foi rebaixada para a League One, a terceira divisão nacional.

Primeiramente, a trajetória do Leicester City nos últimos dez anos foi marcada por extremos opostos.

Em maio de 2016, o clube protagonizou a maior sensação do futebol inglês: a conquista da Premier League com odds de 5.000 para 1. Agora, uma década depois, os Foxes vivem o pesadelo inverso.

Empate em casa selou o destino matematicamente

No duelo contra o Hull City, o Leicester até esboçou reação. Primeiramente, saiu atrás com gol de Liam Millar. Em seguida, conseguiu a virada: Jordan James converteu pênalti, e Luke Thomas ampliou. 

Logo depois, porém, a defesa falhou novamente, e Oli McBurnie empatou. Por fim, o 2 a 2 selou o destino matematicamente.

Com 42 pontos, o time ocupa a 23ª posição. O Blackburn, primeiro fora da zona de rebaixamento, tem 49. 

Portanto, mesmo com duas rodadas restantes, o Leicester não consegue mais escapar do Z3. Essa eliminação precoce, com duas rodadas de antecedência, escancara a fragilidade do elenco.

Campanha pífia anunciou queda meses atrás

Antes de tudo, a queda já era esperada há meses. Dos últimos 18 jogos do Championship, apenas um terminou em vitória. Além disso, o desempenho defensivo piorou drasticamente. 

Em 44 rodadas disputadas, o Leicester sofreu 67 gols. Ou seja, a média de 1,52 gol por jogo está entre as piores da competição.

Do mesmo modo, este é o segundo rebaixamento seguido do clube. Na temporada 2022/23, o Leicester caiu da Premier League para a Championship. Depois que retornou à elite em 2023/24, muitos acreditaram em recuperação. Contudo, a nova queda veio em 2024/25, agora para a terceira divisão.

Portanto, o time acumula três rebaixamentos nos últimos quatro anos, um feito negativo raro na história do futebol inglês.

Morte de Vichai e punição financeira aceleraram a debacle

Em primeiro lugar, a morte de Vichai Srivaddhanaprabha, dono do clube, em 2018, foi um divisor de águas. De acordo com analistas financeiros, o acidente de helicóptero que matou o empresário tailandês deixou um vácuo administrativo. 

A partir de então, os investimentos diminuíram. Juntamente com a perda de receitas de TV após o primeiro rebaixamento, o clube passou a infringir regras financeiras da Federação Inglesa.

Por exemplo, na temporada atual, o Leicester sofreu uma dedução de seis pontos. Essa punição, aplicada em março, contribuiu diretamente para a queda.

Sem esses seis pontos, o time teria 48, ainda longe dos 49 do Blackburn, mas com uma diferença menor. Apesar disso, a diretoria admite que o problema é estrutural.

Sangria de talentos e reposições frustradas

Em relação ao aspecto esportivo, o erro mais grave do Leicester foi não conseguir substituir seus grandes nomes. 

O time campeão de 2016 tinha pilares como N’Golo Kanté, Riyad Mahrez e Jamie Vardy. Kanté, peça fundamental no meio-campo, saiu ainda naquele mesmo ano para o Chelsea. Mahrez, artilheiro e cérebro do ataque, foi vendido ao Manchester City em 2018. 

Mais tarde, James Maddison, principal criador de jogadas da nova geração, foi negociado com o Tottenham em 2023.

Além disso, Jamie Vardy, o último remanescente daquela geração vitoriosa, também deixou o clube recentemente. O atacante se transferiu para o Cremonese, da Itália, encerrando 13 anos de história nos Foxes. Ou seja, nenhum dos grandes heróis de 2016 permaneceu no elenco.

As contratações feitas para repor esses atletas ficaram muito aquém do esperado. Por exemplo, Patson Daka e Kelechi Iheanacho nunca renderam como Vardy. Boubakary Soumaré e outros volantes não chegaram perto da intensidade de Kanté. 

Do mesmo modo, a saída de Maddison deixou um buraco na criação que ninguém preencheu. Como resultado, o elenco atual carece de experiência, liderança e qualidade técnica.

Comparação com 2008 mostra repetição de erros

Analogamente ao que ocorreu em 2008, quando o Leicester também caiu à terceira divisão, o clube agora tenta se reerguer. Naquela ocasião, o retorno veio após apenas um ano. 

Do mesmo modo, a torcida espera uma recuperação rápida. Todavia, a crise financeira atual é mais grave. De acordo com relatórios internos, o clube acumula dívidas de mais de 200 milhões de libras.

Além disso, o contexto é diferente. Em 2008, o time ainda conseguiu manter uma base de jogadores identificados com a instituição.

 Agora, a debandada de talentos, Vardy, Mahrez, Kanté, Maddison, Schmeichel, Tielemans, deixou um vazio impossível de preencher com investimentos reduzidos.

Legado e perspectivas para o futuro

Em síntese, a trajetória do Leicester nos últimos dez anos ensina uma lição dura. À primeira vista, um título improvável parecia inaugurar uma nova potência.

Sob o mesmo ponto de vista, as conquistas da FA Cup e da Supercopa da Inglaterra, ambas em 2021, reforçaram essa esperança. 

Entretanto, a morte de Vichai, os problemas financeiros, as más gestões consecutivas e, acima de tudo, a incapacidade de repor craques como Kanté, Mahrez, Maddison e Vardy destruíram o projeto.

Acima de tudo, o rebaixamento à terceira divisão não é o fim. Em conclusão, o Leicester precisa reconstruir suas bases, resgatar a identidade que o levou ao título e aprender com os erros.

Definitivamente, os torcedores que vibraram com a festa de 2016 agora encaram um recomeço doloroso, mas não necessariamente sem glória no futuro.

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Taveirópolis emite nota oficial e passa recibo pra vergonha

Por TLF

Alécio Manoel de Farias Presidente do Taveirópolis, proporcionou mais uma cena patética em sua gestão.

Além de promover apelidos, alcunhas e rivalidades inexistentes em redes sociais, o mandatário que conseguiu ter cinco técnicos em dez rodadas da Série B 2025, falta de água quente e wifi no CT, ultrapassou o limite do desconhecimento.

Após o duelo com o São Gabriel ter sido adiado por falta de drenagem no Olho do Furacão no último domingo, emitiu nota oficial(Clique & Leia) repudiando que o jogo recomeçou do início.

Alécio que ajudou Tony Vieira a destruir o Operário e foi vice de Petrallas, mais uma vez escancara o que digo há anos: Dirigentes vão para comer no Arbitral e não sabem o que assinam.

Os artigos 26 e 27 de Regulamento Geral de Competições da FFMS(Clique & Leia), é claro sobre o que deve ocorrer nesta situação.

O primeiro tempo foi encerrado empatado por 1 a 1 e não houve reinício devido ao alagamento do gramado devido à chuva que caiu no estádio.

O artigo 26 é específico sobre as razões de uma partida ser interrompida.

Art. 26 - Uma partida só poderá ser interrompida ou suspensa quando houver: 

c) Mau tempo, de forma que, torne a partida impraticável ou perigosa na preservação da integridade física dos jogadores, especialmente observada a condição do gramado;

O artigo seguinte, é mais claro ainda sobre a situação confirmada, como será reiniciado.

Art. 27 – As partidas não iniciadas ou que forem suspensas, até o término do primeiro tempo pelos motivos enunciados no art. 26, serão jogadas integralmente, no dia seguinte, se houver cessada a causa que a adiaram ou suspenderam definitivamente, desde que, nenhuma das Associações/Clubes haja dado causa ao adiamento ou suspensão em definitivo e seu resultado até o momento serão zerados (placar e penalidades).

A exposição ao desconhecimento do que Alécio Manoel assinou ou o diretor que ele enviou para participar(Lopes Bahia), escancara o quão ele é desqualificado para fazer o que faz.

Mas isso não é novidade. Os Presidentes alteraram o Estatuto da FFMS sem saber que tinham assinado mudanças importantes.

No último Estadual, eles não leram a redação final que mudava de 10 para 12 os participantes no Estadual 2027.

O sistema é varzeano como sempre foi, mas poucos tem coragem de expor o quão são desqualificados através de notas oficiais.

Mas a culpa não é de Alécio, é de quem deixa ele "sentar na mesa" para participar de competições sabendo todo seu histórico.

Lembram deles? Romênia e México anunciam dois ídolos como novos treinadores

Hagi campeão da Europa League
Foto: Divulgação
Por TLF

Duas seleções confirmaram novo técnicos por motivos diferentes.

A Romênia que caiu nos playoffs da repescagem para a Copa, anunicou o ídolo Gheorge Hagi(61) como substituto de Mircea Lucescu que faleceu no início do mês.

Hagi volta a seleção
Foto: FRF
Ele comandava o Farul Constanta de 2021 e conquistou pelo clube, título inédito na Romênia. Esta será sua segunda passagem como técnico pela Seleção.

Líder da equipe em 1994, Hagi levou a Romênia até as quartas de final eliminando a Argentina e caindo nos pênaltis para a Suécia. 

Se tivesse passado, teria encarado o Brasil na semi. Em 2001, ele comandou a seleção por quatro jogos.

Rafa Marquez pela Seleção Mexicana
Foto: Getty
No México, Javier Aguirre deixará a seleção após a Copa. 

Rafael Marquez(47), ex-zagueiro da Seleção e do Barcelona, foi confirmado como substituto.

Ele trabalha como auxiliar na comissão de Aguirre e antes, trabalhou no Barcelona B.

Bournemouth confirma substituto de Iraola

O alemão Marco Rose(49) ex-Borússia Dortmund e Leipzig, é o novo técnico do Bournemouth.

O anuncio foi feito após o técnico Adonai Iraola informar sua saída do clube ao término da temporada.